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A próxima era de governo

O líder do Partido Conservador Britânico diz que estamos entrando em uma nova era, onde os governos terão menos poder (e menos dinheiro) e as pessoas, com a ajuda da tecnologia, terão mais. Abordando novas ideias de comportamento econômico, ele explora como essas tendências podem se tornar políticas mais inteligentes.

O que fazer sem o apoio da área de TI

O diagnóstico é comum: equipes precisam de apoio de para gerar inovação e freqüentemente recebem negativas da área de TI.

“- falta pessoal! ”

“- são muitos riscos!”

“- não funciona assim!”

Mas o que falta na verdade é o entendimento de que para inovar é preciso assumir riscos e flertar com o desconhecido.

Entendemos que muitas vezes a rigidez das áreas de TI, muito preocupadas com o legado e quesitos de performance e segurança impedem os gestores de olhar para frente, o que inspirou a apresentação abaixo.

A intenção não é gerar uma rixa, mas de certa forma provocar as equipes (tanto usuários quanto provedores de TI) para o fato de que as coisas hoje são mais simples do que parecem.

Framework da Influência

Os valores e dinâmicas emergentes na web que atuam no desenlvolvimento de novos parâmetros de influência são representados visualmente no modelo abaixo.

influencia_framework

Uma breve descrição:

Novas forças motrizes surgem em virtude da popularização das mídias sociais. É percebida queda na confiança e eficácia nas mídias tradicionais e uma conseqüente segmentação de mídias.

Os mecanismos de influência sofrem impacto e passam a incorporar, em boa medida, a comunicação decorrente das mídias sociais, como blogs, wikis, Twitter e redes sociais.

Pessoas comuns (todos) passam a compor o antes restrito grupo de influentes, juntamente com especialistas, celebridades, jornalistas e comunicadores.

Como suporte diversas plataformas de agregação passam a facilitar a coordenação desta conversação complexa e contínua, entregando valor às pessoas.

É um movimento que nos acompanha diariamente, em uma velocidade acima do que somos capazes de perceber se não houver momentos de reflexão como este.

Original elaborado pela Advanced Human Technologies sob a licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5, também publicado por Ross Down.

Participação no mercado de CMS

O IntranetBlog organizou uma pesquisa para medir a participação no mercado das plataformas CMS.

O resultado está no gráfico abaixo.

marketshare-cms

Alguns dados:

  • Apenas 62% das organizações usam algum tipo de CMS
  • 24% usam soluções desenvolvidas internamente (home grown)
  • 11% usam alguma solução de portal
  • Nenhum player representa mais do que 20% do market share

    • Microsoft SharePoint tem 20% do mercado
    • Interwoven, Documentum and Vignette tem 4% cada

As soluções baseadas em software livre ainda representam uma parcela muito pequena, e uma das plataformas mais estáveis hoje, o WordPress, nem mesmo aparece na listagem. Apenas o Drupal aparece timidamente.

A pesquisa mostra que o mercado ainda é tímido e possivelmente inseguro com relação a adoção de soluções abertas.

Mas acredito que a pesquisa tenha sido respondida em sua maioria por grandes empresas, e se foi o caso, os responsáveis optaram por indicar somente a ferramenta “oficial”.

De toda maneira, outras análises recentes (aqui e aqui) mostram que o uso de ferramentas colaborativas no ambiente corporativo tendem a aumentar muito nos próximos 3 a 5 anos, o que certamente vai impactar em uma participação maior no mercado das ferramentas nativas da we 2.0.

Social Enterprise

Empresa 2.0 é um tema que vem ganhando cada vez mais destaques na organização.

As principais características dizem respeito a um novo modelo de gestão, baseado nas relações sociais e na informação distribuída.

Ross Mayfield, chairman da SocialText apresentou alguns pontos interessantes sobre a transição da Empresa1.0 para a Empresa2.0, ou como costumamos defender, da transição da gestão do conhecimento tradicional para a Empresa 2.0.

  • foco nos documentos para foco nas pessoas
  • estruturado para dinâmicas livres
  • taxonomia para folksonomia
  • diretórios para etiquetas (tags)
  • gestão do conhecimento para compartilhamento
  • necessidade de saber para necessidade de compartilhar
  • um-para-muitos para muitos-para-muitos
  • centralizado para distribuído
  • cima-para-baixo (top down) para emergente
  • rigidez para flexibilidade

Veja a apresentação:

Mundo, como vai você?

Uma série de informações para provocar reflexão:

  • A China se tornará o país onde existem mais falantes da língua inglesa no mundo.
  • Existem mais crianças brilhantes na China do que crianças em geral nos Estados Unidos.
  • 10 das principais profissões de hoje não existiam em 2004.
  • Se MySpace fosse um país seria o 5º maior do mundo, com mais de 200 milhões de usuários.

O que isso importa? Muito, se imaginarmos que a velocidade com que as coisas andam torna muito difícil fazer previsões.

Twitter: febre ou consistência?

Twitter é um serviço de comunicação ágil, chamado originalmente de microblogging.

A regra é simples. Com um perfil, você passa a publicar pequenas mensagens de até 140 caracteres. Todos os usuários que te adicionaram como contato passam a receber suas mensagens. A interação é bem simples e funcional, e a objetividade, causada pela limitação de 140 caracteres, torna a comunicação mais produtiva.

Recentemente o Twitter foi destaque na Época, que fez uma matéria especial com um infográfico bastante didático. O que leva alguns a acreditarem que chegou a vez do Twitter virar mainstream, tal como as mídias tradicionais como TV e jornal, por terem um alcance de massa. Mas sabemos, não é para tanto, a Internet ainda atinge apenas parte da população.

O que importa é a percepção de que serviços como o Twitter por estarem baseados em uma lógica de contatos não recíproca – eu não preciso que você me siga para te seguir – se configura muito mais como uma plataforma informacional do que conversacional, como Raquel Recuero detalha bem, entre outros aspectos de reputação e credibilidade, nestes artigos.

O uso corporativo do Twitter vem aumentando, a ferramenta é no mínimo mais um canal de relacionamento aberto com o cliente. Isto significa usar o poder dos relacionamentos para propagar experiências positivas com a marca.

Fábio Seixas, que gerencia uma das principais contas corporativas do Twitter no Brasil dá algumas dicas de como desenvolver ações neste canal.

O importante é o fato de que o serviço, assim como outras redes, vem conquistando público cada vez maior, e com isto chama atenção de grandes players como Facebook e Google (ambos já fizeram proposta de compra milionárias recusadas), e se transforma em um espaço potencial para o desenvolvimento de serviços e relacionamentos.

5 aplicações de wikis nas empresas

Nesta apresentação são explorados 5 cenários para o uso efetivo da plataforma wiki em ambientes organizacionais.

1. Gestão de Projetos
2. Colaboração com Cliente
3. Documentação
4. Comunidades Virtuais
5. Base de Conhecimento, Boas Práticas ou Lições Aprendidas

Confira.

A Personates disponibiliza mais apresentações sobre Enterprise2.0 em www.slideshare.net/personates

Enterprise2.0 – Gestão do conhecimento funciona?

Como são implementados os programas de gestão do conhecimento nas organizações e por que falham? Esta apresentação mostra uma abordagem centrada nas pessoas e nas conversações.

É a primeira apresentação elaborada pela Personates. Acompanhe as outras em www.slideshare.net/personates.

Gestão do conhecimento orientada a Social Objects

As práticas de gestão da informação são muitas vezes voltadas para o acervo de documentos, a informação registrada que a organização produz e utiliza. Essencialmente, representam políticas e práticas para organizar os métodos de coleta, organização e distribuição de informação. Foco nos processos.

A gestão do conhecimento entra em campo quando são envolvidas nestas políticas e práticas a preocupação com o conhecimento que está fora do que a organização tem documentado. Foco nas pessoas e nos relacionamentos.

Os Social Objects podem ajudar neste encontro de águas.

Para entender o que representam, imagine um diálogo entre dois ou mais atores. O objeto central neste ato de conversação é um Social Object.

Com as ações corretas a organização pode influenciar as práticas conversacionais jogando seus assuntos de interesse, mapeados como Social Objects, no centro das discussões. Ao mesmo tempo, é possível realizar a leitura de quais assuntos ocupam o centro das discussões.

Os Social Objects podem compor uma função importante no equilíbrio destas duas dinâmicas organizacionais.