Twitter: febre ou consistência?
Postado em 16. abr, 2009 por Leandro Cianconi em Blog
Twitter é um serviço de comunicação ágil, chamado originalmente de microblogging.
A regra é simples. Com um perfil, você passa a publicar pequenas mensagens de até 140 caracteres. Todos os usuários que te adicionaram como contato passam a receber suas mensagens. A interação é bem simples e funcional, e a objetividade, causada pela limitação de 140 caracteres, torna a comunicação mais produtiva.
Recentemente o Twitter foi destaque na Época, que fez uma matéria especial com um infográfico bastante didático. O que leva alguns a acreditarem que chegou a vez do Twitter virar mainstream, tal como as mídias tradicionais como TV e jornal, por terem um alcance de massa. Mas sabemos, não é para tanto, a Internet ainda atinge apenas parte da população.
O que importa é a percepção de que serviços como o Twitter por estarem baseados em uma lógica de contatos não recíproca – eu não preciso que você me siga para te seguir – se configura muito mais como uma plataforma informacional do que conversacional, como Raquel Recuero detalha bem, entre outros aspectos de reputação e credibilidade, nestes artigos.
O uso corporativo do Twitter vem aumentando, a ferramenta é no mínimo mais um canal de relacionamento aberto com o cliente. Isto significa usar o poder dos relacionamentos para propagar experiências positivas com a marca.
Fábio Seixas, que gerencia uma das principais contas corporativas do Twitter no Brasil dá algumas dicas de como desenvolver ações neste canal.
O importante é o fato de que o serviço, assim como outras redes, vem conquistando público cada vez maior, e com isto chama atenção de grandes players como Facebook e Google (ambos já fizeram proposta de compra milionárias recusadas), e se transforma em um espaço potencial para o desenvolvimento de serviços e relacionamentos.
